11.4.10

Governo quer incentivar concursos para novos autores

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei de autoria do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR) que institui concursos regionais em todo território nacional para a descoberta de novos autores e escritores. Esses concursos passarão a ser uma das atribuições do Poder Executivo para a difusão do livro dentro da Política Nacional do Livro. O projeto do deputado Almeida (no. 4.555/2008) acrescenta o inciso VI ao artigo 13 da Lei no. 10.753/2003, que instituiu a Política Nacional do Livro. O referido artigo determina que cabe ao Poder Executivo criar e executar projetos de acesso ao livro e incentivo à leitura, ampliar os já existentes e implementar outras ações. Entre as ações já previstas pela lei está a adoção de tarifa postal preferencial reduzida para o livro brasileiro, que ainda não está em vigor e já foi motivo de pedido de informações do deputado ao Ministério das Comunicações. Com a aprovação do projeto, o Poder Executivo também ficará responsável por promover concursos regionais para incentivar e descobrir novos autores. "A produção literária brasileira é riquíssima, mas são poucos os autores que conseguem viabilizar suas obras. Esses concursos servirão não apenas para a descoberta de novos talentos, mas também para dar visibilidade aos escritores iniciantes", destacou o deputado. O projeto de Almeida recebeu parecer favorável do deputado Pedro Wilson (PT-GO), na Comissão de Educação e Cultura, e segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, com trâmite conclusivo nas comissões da Câmara dos Deputados.

VALE DO REIS E O ANEL ATLANTIS - EGITO

AVE MARIA - IGREJAS - ESTELA MONTENEGRO-DAVID CAPARELLI

http://www.youtube.com/watch?v=Wk6VXuLj7d0

13.9.09

Entrevista de David Caparelli

Interessantíssima entrevista de David Caparelli para a TV Samsara. http://www.youtube.com/watch?v=-JVddxnlZiM

Documentário do History Channel sobre os templários.Imperdível...

http://www.youtube.com/watch?v=nmOKHvQq7_o

AURICOLOTERAPIA-Uma visão estética

Aurículoterapia é uma das técnicas do Orientalismo, cujos pontos estão localizados nas orelhas. Suas origens estão relacionadas às antigas práticas de cura encontradas na Índia e no Tibet, porém desde tempos antigos são encontradas referências com povos que se utilizaram de seus princípios para as mais diversas finalidades.Hoje vamos ressaltar a Estética; sinônimo de saúde, que enquanto beleza é a “qualidade do belo”, formadora de proporções perfeitas; agradável aos sentidos.Estamos em pleno século XXI, onde o estresse atual não nos permite se quer ter formas perfeitas, ou seja: para nós tudo é muito “demorado”. Pois bem, essas Terapias Complementares, embora antigas, mas modernas, nos dias atuais vem se inovando a passos largos na estética. São elas: Acupuntura, Massagens, Drenagens Manuais, Aurículoterapia, etc. Conquistam espaços em pleno “corre-corre”e agito do mundo moderno. Destacamos a Aurículoterapia, que através de mecanismo nociceptivos, seja ele central ou periférico, atua no desequilíbrio físico-energético, liberando hormônios como: oxitocina, endorfina, encefalina e muitos outros, possibilitando-nos a clareza mental, paz interior e a alegria de viver.Na aurículo temos uma ação biunívoca para resposta unilateral, e via Sistema Nervoso Central encontramos o ponto neurovascular com ação reflexa. Essa é uma terapia que no máximo tem a duração de 30 minutos, não necessariamente, lembrando que a média para complementar um tratamento de estética é de 15 minutos( quando o terapeuta já está acostumado).De meados dos anos 60 até nossos dias, ganhamos um avanço enorme em Aurículoterapia, com as pesquisas do Dr Paul Nogier (método gaulez) aliado ao Orientalismo, complementando assim os tratamentos de vícios, fumo e lateralidade, que na maioria das vezes é a causa primária de obesidade. Lembrando também que a ATM (articulação temporo mandibular), os males do estresse e depressões também são causadores de alguns “quilinhos” extra; quando não, acarretam tensões em algumas áreas do corpo.Mais uma vez, a técnica de Aurículoterapia; ao qual não se faz necessário o uso de agulhas( podendo ser utilizadas as semente de mostarda -sua ação é pelo sabor picante),é usada pelo terapeuta que atua com a DLM (drenagem linfática manual), potencializando e complementando assim o tratamento de seus pacientes, atuando sobre o metabolismo(ação sinérgica) principalmente nas retenções de líquidos e intestino preguiçosos. Profº de Ed. Física: Luciano Izidório. Coordenador da LEC TERAPIAS.-CURSOS.Nome do Curso: CURSO DE AURICULOTERAPIA FRANCESA e ORIENTAL-Básico e Avançado. Contatos: fones:2293-3655, 2533-5277, ou cel.:11 9295-8991.Carga Horária: 1 FINAL DE SEMANA, e ou semanal (6semanas) total=30hs. Duração: carga programática 15hs. Tipo de Curso : Curso Livre com suporte ambulatorial (3meses).

5.9.09

Cerimônia de abertura do Múseu Nova Acrópole em Atenas

Interessantíssimo,vale a pena conferir: http://www.youtube.com/watch?v=IaGdJrbOKes

Lugo da por cumplido su objetivo en Itaipú

Ayer Paraguay y Brasil firmaron e intercambiaron notas reversales para que los respectivos Congresos traten el acuerdo sobre Itaipú. Fernando Lugo calificó el hecho como “la herencia más importante de la diplomacia paraguaya en los doscientos años de independencia”. Dijo que “muchas líneas se invirtieron para tratar de minimizar los logros” y tildó a los que cuestionan el alcance del acuerdo de “fabricantes del engaño”. El arreglo prevé un ajuste de la compensación y el “regalo” de una línea de transmisión, pero no atiende las principales reivindicaciones paraguayas: libre disponibilidad, precio de mercado y revisión de la deuda.
Fernando Lugo bromea con el embajador brasileño, Eduardo Dos Santos, mientras el titular del Senado, Miguel Carrizosa, observa sonriente. Fue en el Palacio de Gobierno. Emulando tal vez a Hugo Chávez, quien semanalmente emite un mensaje “al pueblo venezolano”, Lugo leyó ayer desde el Palacio de López un escrito en el cual resaltó lo que él llama “logros” en Itaipú. Fue refiriéndose a la firma de notas reversales referidas al aumento de la compensación por la cesión de energía. Herencia importante “Estamos así rindiendo un homenaje a la herencia más importante que la diplomacia paraguaya tuvo en los doscientos años de independencia, el legado de Carlos Antonio López..., creo que así estamos anticipándonos al tiempo del Bicentenario con el homenaje más vital y contundente: el discurso convertido en realidad”, dijo para enfatizar que con la verdad, “tapa la boca a la mentira”. “Las notas reversales sobre Itaipú, firmadas esta mañana (por ayer); el inicio de negociaciones con Argentina el 15 de setiembre sobre Yacyretá, así como una importante tratativa para resolver el problema de la deuda acumulada de Petropar con PDVSA, el retiro de las credenciales de la embajadora hondureña en nuestro país y nuestra posición contra el armamentismo en Unasur, muestran con hechos este nuevo rostro que presentamos en nuestros vínculos internacionales”, agregó. Tras asegurar que “ya no somos el Paraguay hundido en los matorrales de la especulación oportunista, el Paraguay que picotea migajas...”, añadió: “En cuanto a Itaipú, hoy mismo hemos presenciado una prueba palpable de lo que he mencionado”. Fue aludiendo “a la nueva prueba de que estamos en el camino correcto en la nueva etapa de las relaciones bilaterales con el Brasil”. “Los temas incluidos en la Declaración Presidencial del 25 de julio no son parte de caprichos personales o meras banderías políticas sectarias o, menos aun, de oscuros intereses privados, sino expresión de un proyecto paraguayo que el pueblo nos dictó el 20 de abril cuando inscribió en la historia nacional la palabra, el concepto y el mandato del cambio”. Al decir que prometió trabajar “incansablemente” por el pueblo, habló de “la actitud de recuperar la soberanía nacional, como línea de base para promover la refundación de un Paraguay digno de cara al mundo”.

20.8.09

As SETE virtudes do Cavaleiro Templário

O Cavaleiro Templário deve praticar Sete Virtudes: Fé, Esperança, Caridade, Justiça, Prudência, Fortaleza e Temperança. -A primeira porque sem Fe o Cavaleiro não pode saber nem entender as coisas invisíveis. -A segunda porque na Esperança está o Poder de Deus, não na força, nem nas armas do Cavaleiro. -A terceira porque sem a Caridade, que é o Amor, o Cavaleiro será cruel e não terá piedade, nem misericórdia. E nenhum Cavaleiro sem ela poderá suportar a carga que deve portar um coração nobre.

-A quarta porque sem Justiça um Cavaleiro é injurioso e ofensivo, motivo pelo qual se autodestrói.
-A quinta porque sem Prudência, o Cavaleiro cairá nos danos materiais e espirituais e não terá razão, entendimento, nem vontade em manter a honra da Cavalaria. -A sexta porque sem a Fortaleza, o Cavaleiro cairá em muitos pecados tais como: soberba, ira, cobiça, gula, inveja e luxuria, porque elas provocarão fraquezas no coração e não o farão digno de ser amado. A força corporal não é nada sem Humildade, Caridade e Ira, que enfraquece o entendimento, perturba o espírito e deixa de ser o caminho para a sua iluminação. -A sétima porque sem Temperança não terá medida em alimentar-se, beber, falar, vestir e porque sem esta Virtude não se honra a Cavalaria A prática delas conduzirão ao perfeito conhecimento e a sabedoria, porque elas procedem do Criador.

DEBATES CULTURAIS com Alessandro Lyra

A revista Debates Culturais surgiu a partir do programa de rádio também chamado Debates Culturais. Durante muitos anos, muitas pessoas desejaram e/ou perguntaram por que o programa não tinha um site. A resposta sempre foi “para quê?”. Até que surgiu a idéia de criar na internet uma revista onde várias pessoas formadoras de opinião escrevessem suas idéias e interagissem com seus leitores. Assim, em janeiro de 2009, surgiu o primeiro espaço de debates contínuos da internet, já que a revista está disponível 24 horas por dia, todos os dias do mês. No rádio desde 1999, o programa Debates Culturais já promoveu concursos de poesia, já falamos sobre a história de todas, ou quase todas, as religiões. Também já foi contada em minúcias a história da Inglaterra, da França, da Rússia e, logicamente, a história do Brasil. Muito já se falou sobre misticismo e esoterismo e, sempre com muito carinho, sobre a Maçonaria, a Ordem Rosacruz e os Templários. Já foram promovidas campanhas filantrópicas de doação de livros às bibliotecas públicas e comunitárias. Também muitas questões nacionalistas foram discutidas ao longo desses anos, com a presença de importantes militares, como o Vice-Almirante Sérgio Tasso de Aquino, o General Hélio Ibiapina e o Brigadeiro Ércio Braga, por exemplo. O programa sempre contou com participações de pessoas muito especiais, tais como o ex-ministro da economia Marcílio Marques Moreira, o ex-deputado federal Enéas Carneiro, o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, o embaixador Sérgio Corrêa da Costa, o pastor e escritor Jonas Rezende, o ator Castro Gonzaga, a escritora Wanda Fabian, o ecologista Celso Bredariol, o advogado Clóvis Sahione, a juíza federal Simone Schreiber, o desembargador Carpena Amorim, o ex-deputado estadual Wagner Siqueira, o ex-prefeito César Maia, o historiador Rubin Aquino, o pastor e escritor Nehemias Marien, o publicitário Lula Vieira, o professor Cândido Mendes de Almeida, o ex-ministro do trabalho e ex-superintendente da reforma agrária João Pinheiro Neto, os jornalistas Aristóteles Drummond e Sérgio Souto, a ex-deputada federal Yara Vargas, o ex-deputado federal Jorge Mattos, o sacerdote Dom Cipriano Chagas, entre muitos outros de igual competência e notoriedade. O que esta revista propõe á total liberdade de expressão e a mais ampla discussão de idéias, onde a única forma de censura é o limite de entendimento de cada leitor. O programa é apresentado na Radio Bandeirantes 1360 AM RJ., domingo ao vivo,as 13,00 Horas . Confira também o site: http://www.debatesculturais.com.br/

19.8.09

Matéria da Revista ISTO É - Por dentro das sociedades secretas

Como funcionam no Brasil os grupos centenários que atuam de forma reservada nos campos político, social e espiritual .

Desde que a Maçonaria protagonizou o best-seller "O Código da Vinci", de Dan Brown, como guardiã da linhagem de Cristo, as sociedades secretas viraram alvo de curiosidade e um filão para livros e séries de tevê. Na próxima obra de Brown, "O Símbolo Perdido" - com lançamento previsto para 15 de setembro nos Estados Unidos -, será a vez de as organizações Skull and Bones (Caveira e Ossos) e Illuminati ganharem visibilidade nos bastidores do poder americano. Entre fatos e teorias conspiratórias, pouco se sabe sobre o papel desses grupos fora dos romances, até porque o sigilo sempre foi a marca deles. Ultimamente, porém, algumas organizações fundadas há centenas de anos, como a Maçonaria, a Rosa Cruz e a Sociedade Teosófica, começam a deixar a zona das sombras. Com isso, podem ser consideradas sociedades discretas, em vez de secretas. Elas têm sites na internet, sedes com seu nome, universidade e até um canal de tevê, mas cultivam o mistério ao manter rituais em segredo.

Leia a reportagem completa no link:

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2073/artigo145606-1.htm

11.8.09

TEMPLÁRIOS

Os Pobres Cavaleiros de Cristo e os Hospitalários

 

Antes das cruzadas, o Mediterrâneo era um lago, onde os muçulmanos que faziam reinar a sua lei. De início, toleravam os peregrinos, antes de os destruírem, tanto em terra como no mar. A cruzada deveria manter tudo em ordem, mas defender Jerusalém e mais algumas cidades ou praças fortes não era cobrir todo o território e a insegurança mantinha-se. Quanto à capital, parecia pacificada.

 

Godofredo de Bouillon mandara limpar rapidamente a cidade e nomeadamente os lugares santos, dos cadáveres que o furor dos cruzados acumulara. No Santo Sepulcro, se instalara um capítulo de vinte cônegos regulares, reunidos sob a denominação de Ordem do Santo Sepulcro. Envergavam um manto branco ornado com uma cruz vermelha.

 

Foram reparadas as muralhas guarnecidas com torres que protegiam a Cidade Santa e fora dispensado um cuidado muito especial às igrejas: Santa Maria Latina, Santa Madalena, São João Batista e, é claro, Santo Sepulcro, com a sua rotunda ou anastasis, que albergava o túmulo de Cristo.

 

Também fora ampliado um hospital que devia ser entregue aos Hospitalários de São João de Jerusalém e foi reconstruída a mesquita de Omar, isto é, a cúpula do rochedo que exibia a pedra sobre a qual Jacó vira, em sonhos, a escada que conduzia ao céu. Quanto à mesquita de Al-Aqsa, viria a tornar-se, em 1104, residência do rei de Jerusalém, Balduíno I, antes de ser devolvida aos Templários, a partir de 1115.

 

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo só fora criada oficialmente em 1118, isto é, vinte e três anos depois da primeira cruzada, mas foi apenas em 1128, a 17 de Janeiro, que recebeu o nome de Ordem do Templo e a sua aprovação definitiva e canônica.

 

O rei de Jerusalém, Balduíno, atribuiu-lhes como alojamento uns edifícios situados no local do Templo de Salomão. Chamaram ao local caserna de São João. Fora necessário mandar sair de lá os cônegos do Santo Sepulcro que Godofredo de Bouillon lá se instalasse provisoriamente. Por que razão não se procurara antes outro local para os Templários? Que necessidade imperiosa havia de lhes oferecer para toca aquele local em particular? De qualquer modo, a razão não tem nada que ver com o policiamento das rotas.

 

O cruzado alemão João de Wurtzburg dizia que eram tão grandes e tão maravilhosas que podiam alojar-se lá mais de mil camelos e quinze centenas de cavalos. No entanto, foram afetadas na sua totalidade aos nove cavaleiros do Templo que, antes de mais, se recusavam a fazer recrutamento. Desentulharam-nas e utilizaram-nas a partir de 1124, quatro anos antes de receberem a sua regra e estimularem o seu desenvolvimento.

 

 

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários, também chamada de L'Orde de les Chevalier Hospitalleur, é, ao lado dos Cavaleiros Teutônicos e dos Cavaleiros Templários, uma das maiores ordens de cavalaria da Igreja.

 

A Ordem foi fundada na Terra Santa, durante a Primeira Cruzada, (por volta de 1.100 d.C), por um grupo de cruzados francos que administrava hospitais para abrigar peregrinos a caminho de Jerusalém.

Os Hospitalários seguiram assim aos Templários, mas com enfoque para o trabalho médico.

 

Com o passar do tempo, os Hospitalários acabaram se juntado aos Cavaleiros Templários, com o objetivo de defender o Santo Sepulcro, vindo inclusive a adotar o quartel general templário como seu lar.

 

Com esta união, as duas ordens acabaram se misturando, e o comando passou a ser dado pela Ordem dos Cavaleiros Templários, só que desta vez com o apoio hospitalário.

 

Com o fim da cruzada, os Hospitalários decidiram prosseguir com sua missão divina e construir um número de hospitais e albergues para os pobres, doentes e famintos na sua terra natal, a França. Logo a caridosa ordem chamou a atenção da nobreza franca, que a concedeu consideráveis doações em terras para a instalação de seus capítulos.

 

 

2.8.09

Lecterapia:Blog da Dra.Claudia Benvenuto .

QUAL É O SEU LIMITE? Uma das maiores queixas dos educadores hoje em dia é a dificuldade em impor limites na garotada. Já ouvi algumas mães dizerem: “Não agüento mais meu filho, ele não me obedece, não respeita quando eu lhe ordeno.” Então eu sempre pergunto: “Qual é a idade dele?” e o que eu escuto muitas vezes: “Dois anos!”É isso mesmo! Hoje em dia a dificuldade começa cedo, mas o que há de errado? Você consegue dizer NÃO para o seu filho? Um quadro clássico de hoje é ver pais que trabalham o dia todo fora, as vezes até nos finais de semana, e ao chegarem em casa, cansados, sentem tanta culpa por estarem ausentes, que acabam permitindo de tudo aos filhos como recompensa ou por não terem mais fôlego para discutir o assunto.Também são permissivos, dizem SIM a tudo para serem aceitos, com medo de perder o amor dos filhos. Mas todos nós sabemos que dizer NÂO as vezes é imprescindível, saudável e até mesmo uma prova de amor. Não é porque você diz um NÂO ao seu filho, quando sabe que é importante e necessário a sua educação, que ele deixará de te amar. Com certeza ele ao ser contrariado, poderá ficar bravo, com raiva, mas tudo isso é passageiro. E mais tarde ele entenderá o bem que você lhe fez, assim como hoje você entende os NÂOS que ouviu e é grato por isso.Você sabe o que seu filho assiste na TV? Sabe do que ele gosta de brincar? Você permite? Participa, assiste com ele os programas que ele gosta e o esclarece sobre o assunto, ou o deixa em seu quarto só no computador, com livre acesso a internet, no vídeo-game ou na TV?Esse é o grande perigo de nossa sociedade. As crianças cada vez mais cedo estão tendo acesso aos meios de comunicação, a mídia, aos avanços da tecnologia, como: computador, games diversos, celular, internet, etc. Isso tem um lado positivo, educativo, desde que seja supervisionado por um adulto responsável e com horários e motivos pré estabelecidos, seguidos de regras. Por limites é possível desde que você se comprometa, sinta-se seguro, confie no amor de seu filho e na capacidade de se educar sem culpa. A que horas seu filho dorme? Ele tem horário para refeição? Para fazer o dever de casa? Para o esporte ou lazer?O que vemos em muitas famílias hoje, são crianças sem horários de alimentação, higiene e principalmente para dormir. Adormecem tarde da noite junto com os pais, em frente a TV ligada.E qual é o seu limite?O nosso limite acaba, quando começa o do outro. É muito importante respeitar os limites alheios, para conviver em harmonia.Existe uma famosa historinha sobre o assunto, que acho interessante relatar: Numa comunidade de porco-espinho, exista o hábito de hibernarem no inverno, ficando bem juntinhos para se aquecer. No entanto, devido a presença dos espinhos acabavam se esbarrando e se machucando, gerando brigas e desconforto. Até que um dia resolveram ficar juntos, porém sem se encostar, e a partir daí todos passaram a se aquecer em perfeita harmonia. Moral da História: é necessário respeitar o “metro quadrado” de cada um. As vezes, o que você interpreta como “malcriação”, nada mais é que uma tentativa da criança ou adolescente defender o seu ponto de vista, que pode ser diferente do seu. Vale a pena parar e ouvir, você poderá se surpreender. Avalie bem os seus limites, os que você se impõem ou deixa de impor, pois deles dependerá o sucesso que você alcançará ao impor limites a quem você educa. Visite o blog da Dra Dra.Claudia Benvenuto. http://lecterapias.blogspot.com/

29.7.09

Como deve ser um verdadeiro Cavaleiro Templário.

De acordo com os Estatutos, as condições para ser um membro da Ordem do Templo são; a) Ser maior de idade e estar dentro de todas as suas capacidades físicas e mentais; b) Se casado for, viver dentro da maior harmonia possível dentro de seu lar; c) Se desquitado ou divorciado, estar cumprindo com todas as obrigações que lhe foram impostas pelo desquite ou divórcio; d) Ser cumpridor de suas obrigações cívica e obediente às leis do país onde se encontra domiciliado; As obrigações e deveres, exigências mínimas são as constantes dos Estatutos que regem a vida de um Templário, pois elas são muito mais de ordem moral e espiritual. É um conjunto de valores que imprimem um cará¬ter, uma atitude. Não pode ser Templário um alienado dos problemas sociais; nem omisso diante de uma estrutura social desumana e injusta; nem egoísta preocupado em amealhar riquezas só para si e para sua família; nem o que não atingiu a plenitude de sua maturidade como ser responsável de uma comunidade; nem o outro que embora tenha atingido uma idade cronológica adulta e tenha um desenvolvimento físico e moral duvidoso. Para ser um Templário é preciso ser responsável, ser capaz de decidir por SI mesmo em todas as oportunidades e circunstâncias da vida. É necessário ter um espírito crítico das realidades objetivas e subjetivas do mundo e dos ambientes onde conviva a fim de poder cumprir sua missão transformadora e regida pelo aperfeiçoamento das estruturas injustas, escravizadoras e aviltantes onde vivam seus semelhantes. Procurar afastar das trevas do subdesenvolvimento as populações exploradas por interesses dos gananciosos e poderosos que se fartam ao preço da vida digna de seus semelhantes. Há de ser; o Templário, um líder em sua esfera de ação profissional cultural social e espiritual. Para ser um Templário, é necessário alimentar e re-alimentar, a cada instante de sua vida, um ideal grandioso de amor ao próximo e lutar, onde quer que se encontre, por um mundo mais justo e mais humano, apesar das conseqüências, ou até o sacrifício. E preciso saber superar-se mediante a multiplicação de suas energias e potencialidades de toda ordem, convencido de que, se vier a tombar, outro Templário estará pronto a empunhar e conduzir seu Estandarte. É preciso ser uma muralha solidamente alicerçada na sabedo¬ria de uma luz maior, no conhecimento de uma filosofia de vida que objetiva o infinito, no cultivo incessante da pureza, da justiça e do amor. É preciso aceitar os benefícios proporcionados pela Ordem com o compromisso moral de refletir sobre o universo. É preciso saber receber os tesouros que descobrirá dentro de sua Ordem e saber dividir com os irmãos e os semelhantes, indistintamente, compreendendo que esses tesouros aumentam de valor à medida que são distribuídos e se amesquinham na medida em que forem mantidos egoisticamente para si. Para ser um Templário é preciso possuir um coração de Templário. É preciso saber ser grande na humildade e humilde na grandeza. É preciso aprender a lutar pelo Poder e saber exercer com espírito de filantropia e entender que o devemos levantar templos à virtude. É preciso suplicar à divindade que afaste toda a impureza da parte moral e física. Para ser um templário, o homem terá de assumir uma atitude de Templário, corajosamente, em todos os momentos de sua vida. Finalmente, todo aquele que se disponha a perseguir o grandioso ideal Templário, deverá colocar-se na vanguarda do amor ao próximo e ter Deus em seu coração, despertando e aperfeiçoando sua consciência, purificando-se das fraquezas e imperfeições humanas, amando até o limite de suas forças. É preciso sentir, exaltar a alma e inflamar-se o coração de amor pelo Eterno. Quem não possui tais qualidades ou não se disponha a adquirir e desenvolver tais condições, não poderá vir a ser um verdadeiro e fiel Templário.

Priorado Templário

Introdução do livro “São Bernardo do Campo e sua origem Templária”, ainda por ser lançado, mas já aprovado pela Biblioteca Nacional através da Lei Rouanet. Mais de dois mil anos se passaram desde a vinda de Jeshua bem Pandira (bem Jousef ou bem Nazaret), o Rabi da Galiléia, que ofereceu aos homens uma proposta de reforma interior baseada no amor incondicional. Neste longo espaço de tempo, a história apresentou somente contínuas discórdias e lutas, travadas entre a vontade e o destino, liberdade e a necessidade, nas quais a Europa e a Ásia Menor se digladiaram, alternando-se nos triunfos, porém com derrotas de ambas. Em meio a essas lutas e combates sangrentos, observou-se com freqüência a mão da Providência, sempre pronta a socorrer o lado mais fraco, evitando a perda total de um ou de outro poder e, no momento em que a situação se tomava caótica ou surgia o perigo de um colapso para um dos lados, era oferecida uma solução tutelar como se um poder invisível não permitisse que fosse instalada a anarquia e o caos. Imaginemos que, se o leitor atento se der ao trabalho de analisar as situações mais difíceis por que passou a humanidade nesse longo período, chegará à conclusão de que uma ação admirável atua, aparentemente, nos bastidores dos fatos. Ao longo do tempo, vimos que as missões de Kung-Tzé, de Pitagoras e de Zioroastro tiveram por objetivo manter as luzes intelectuais em meio às trevas materiais, que em primeira instância ocasionaram a degradação universal dos cultos. Percebe-se, claramente, que a missão de Odin estava destinada a derrubar o poderoso Império Romano que ameaçava aniquilar a Ásia. Por outro lado, a doutrina de Jesus Cristo deteve, com a força de seus dogmas, o colapso total e a inevitável dissolução do estado social na Europa. Examinando a situação geral do mundo na época em que Jesus surgiu na Palestina, percebe-se o papel fundamental que este desenvolveu, preparando o espírito dos homens para as grandes mudanças que se operariam na humanidade. Caberia a Apolônio de Tiana parte do trabalho de aproximação entre Ásia e Europa, pois esta, para ser salva, deveria sair de sua apatia e letargia religiosa aos poucos, evitando erguer-se furiosa e plena de um entusiasmo religioso, para precipitar-se sobre a Ásia, como acontecera na época das Cruzadas, quando a Providência evitou, pela missão de Maomé, que a Ásia perecesse ao furor e fanatismo religioso europeu. Submetendo-se às leis da liberdade e da necessidade que desenvolviam a vontade e o destino, a Providência previu que o equilíbrio entre os poderes europeus e asiáticos prevaleceria, de tal forma que um não poderia dominar o outro. Eis porque, mesmo que os contendores tenham feito os maiores esforços, estes foram inúteis quando um tinha por objetivo dominar o outro. Verifica-se que sempre após cada triunfo considerado decisivo, nas horas críticas, tanto de um lado como de outro, sempre sem exceção, algum obstáculo inesperado impedia a concretização desse domínio. Esse obstáculo, sem dúvida, é obra da Providência. A luta que infelizmente se travou entre a liberdade e a necessidade dura há muito tempo, e deverá continuar até que esses dois poderes reconheçam a Providência, submetendo-se à sua augusta autoridade, deixando que os guie. A partir desse momento, a discórdia que impera há quase 5.000 anos chegará a um estado de equilíbrio, dando lugar a uma situação de paz e harmonia como nunca vista favorável à prosperidade e à felicidade do gênero humano. Neste livro, expomos ao leitor parte das nossas pesquisas sobre a origem dos Cavaleiros da Ordem do Templo, que se estendem, muito antes da época que geralmente se acredita como data da sua fundação, devido, principalmente, ao fato de que, nos primórdios, estes tinham uma atuação velada, especialmente no Oriente Médio, muito diferente do que foi registrado e trazido ao público pela maioria dos escritores que pesquisaram os fatos, alguns até com muita profundidade. Pesquisamos com cuidado todas as informações, muitas vezes até desencontradas, que nos permitiam tecer um mosaico de um grande “que¬bra-cabeça”, levando-nos a concluir a nossa tese de que a origem dos Templários está relacionada com a antiga Ordem dos Essênios, que deu cobertura a Jeshua Bem Pandira (Jesus Cristo) desde sua infância até sua morte, com cerca de 100 anos, que, segundo os muitos documentos pesquisados, deu-se na Cachemira, província de Ladakh, na Índia. Ao longo da obra, descrevemos as várias Cruzadas, as batalhas, as peripécias e dificuldades vivenciadas pelos Cavaleiros cruzados, depois conhecidos como Cavaleiros da Ordem do Templo; os primeiros abriram os vários caminhos que levariam em segurança os peregrinos rumo ao Santo Sepulcro; os segundos encarregaram-se de manter a segurança das rotas, até que a ambição e a ganância culminaram com a perda da Terra Santa. Estes caminhos partiam, principalmente, da Alemanha, Espanha, França e Inglaterra; cruzando esses países, seguiam depois por terra ou por mar rumo a Jerusalém na Palestina. No início da Idade Média, foi criada entre os guerreiros germânicos uma tropa de cavalaria que deveria enfrentar possíveis invasores do país. Desta forma, o termo francês Chevalier ou o inglês Knight acabaram adquirindo uma conotação honrosa, com um misto de respeito e admiração quase mítica, que naturalmente depois foi herdada pelos Cavaleiros da Ordem dos Templários. Até agora, foram escritas milhares de páginas contendo as mais fantasiosas histórias sobre as origens dos Templários, que é tão antiga quanto a da Maçonaria, abrangendo desde os mistérios de Elêusis ao Rei Salomão e à Ordem do Templo, que tem servido, de um lado, aos maçons para exaltar a antiguidade da Ordem e, por outro, aos profanos contrários a esta, de escreverem banalidades e calúnias maldosas, movidos pelo intuito de aviltar e denegri-Ia, revelando uma falta de bom senso pela sua ingenuidade e ignorância. Mas calúnia é como o carvão cujo fogo pode queimar ou pelo menos deixa uma grande fumaça escura. No passado, pode ser detectada uma ligação entre a Maçonaria e os Templários no que diz respeito ao corporativismo, tanto dos obreiros como dos escudeiros e pajens. O historiador maçônico Paul Naudon dizia de forma clara “A Franco-Maçonaria apresenta-se como a continuação e a transformação da organização dos misteres da Idade Média e do Renascimento, na qual o elemento especulativo tomou o lugar do elemento operativo”. O que não deixa de impressionar na cristalização maçônica dos dias de hoje é a existência de todo um conjunto de elementos que lembram a organização das ordens da cavalaria e, sobretudo, o idealismo dos Templários; por outro lado, grande parte do vocabulário maçônico tem sua origem nos Templários. Parafraseando o genial poeta e filósofo português Fernando Pessoa que dizia: “Se és maçom, sou mais que maçom. Eu sou Templário…”. Meu Irmão, dou-te o abraço Fraternal” (Do livro O Pensamento Maçônico de Fernando Pessoa, de Jorge de Matos, Hugin Ed., p. 138). Parece, todavia, que essa associação se deve mais à influência que os Templários exerceram na construção civil e religiosa e nas próprias corporações dos pedreiros do que a uma ligação direta entre Ordem do Templo e a Ordem Maçônica. Não convém esquecer que boa parte dos ritos denominados “escocês” e “francês”, com sua complexa emblemática, tiveram sua origem no século XVIII nas cortes e salões aristocráticos da Alemanha, França e Inglaterra. A maioria das regras de comportamento que haviam sido adotadas pelos Cavaleiros Templários e seus pajens foi mantida, exceto pequenas diferenças nas corporações dos pedreiros, como, por exemplo, que estas podiam aceitar no seu seio, desde que aprovadas pela maioria, determinadas pessoas que interessavam à Ordem, muitas vezes sem condições de entrar, como era o caso de estrangeiros, de artesãos, que possuíam uma determinada profissão ou talento especial, de clérigos, de personalidades desejosas de se integrarem ou contribuírem com aspectos úteis à corporação. Assim, desde o século XV, por exemplo, as corporações maçônicas escocesas e inglesas adotaram o costume de conceder ao rei o privilégio de figurar como “Grão-mestre”, privilégio este dado também aos nobres de maior influência. No século XVII, muitas lojas britânicas de pedreiros foram reorganizadas segundo o modelo das academias italianas, nas quais os maçons “aceites”, ao longo dos tempos, eram tão numerosos que imprimiram à corporação à qual pertenciam um modelo diverso do anterior. Dessa forma, nas corporações onde tal fato começou a acontecer, o elemento “operativo” foi cedendo lugar ao elemento “especulativo”. Essas transformações levaram centenas de anos para se completar, de tal forma que a Grã-Bretanha, onde a tradição era corporativa (pois as tradições eram tratadas de forma conservadora), manteve-se sem mudanças até ao século XVIII, quando as antigas “lojas de pedreiros operativos” se transformaram em “lojas de pedreiros especulativos”, mantendo, porém, o mesmo prestígio, destaque e o relevo social que mantinham no passado. A Grã-Bretanha prima também por conservar fielmente o simbolismo e o ritual dos tempos remotos que, em outros países, era, às vezes, enriquecido ou deturpado pela continuidade secular de sua prática. O grande fluxo de peregrinos em direção à Terra Santa devia-se ao incentivo dado pela Igreja Católica, que não se contentava somente em pregar a importância de visitar o Santo Sepulcro em Jerusalém, como também oferecia apoio financeiro aos peregrinos que se aventurassem nessa viagem, os quais geralmente pagavam em prestações acrescidas de juros. Assim, no século XI, tornou-se muito comum fazer longas peregrinações para visitar 08 lugares considerados santos, onde Jesus Cristo passou sua vida, paixão e morte, isto é, as paragens da Galiléia e, em especial, Jerusalém. Mesmo assim, o fervor religioso, o incentivo e as facilidades financeiras dadas pelas entidades faziam com que o número de peregrinos fosse sempre maior e, ao longo do tempo, acabaram se formando verdadeiras rotas de peregrinação, sendo que os caminhos preferidos eram aqueles que passavam pelos lugares seguros, ao longo dos quais foram surgindo estalagens, pousadas destinadas ao descanso e à alimentação, e suas estrebarias, para o tratamento e a troca das suas montarias. Dessa forma, havia uma infra-estrutura primária que satisfazia plenamente as necessidades e o conforto dos peregrinos. Assim, o viajante podia escolher as rotas que possuíam a cobertura dos Templários oferecendo segurança. Naqueles tempos, a Terra Santa estava sob o domínio dos califas abbasfes de Bagdad que, embora fossem de religião islâmica, acolhiam e favoreciam de bom grado os peregrinos.

24.10.08

Posse na Academia Municipalista de Letras

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Salvemos nosso Meio Ambiente

Ainda há salvação para o Xingu - quinta, 23 de outubro de 2008 Maior área indígena do mundo protege nascentes e matas ciliares. Desmatamento já atingiu quase um terço da bacia do rio. Santili (segundo da esq. para a dir) conversa com proprietários rurais do entorno do Xingu /DIVULGAÇÃO JOSANA SALES contato@agenciaamazonia.com.br contato@agenciaamazonia.com.br CANARANA, MT – Depois de quatro anos de articulação entre organizações não-governamentais, produtores rurais e entidades indígenas, a campanha de proteção das nascentes do rio Xingu intitulada Y Ikatu Xingu apresenta os mais bem sucedidos projetos de recuperação de matas ciliares e reserva legal de Mato Grosso. Eram necessárias medidas urgentes para salvar uma das bacias hidrográficas mais importantes da complexa rede hídrica do Amazonas. Segundo dados do Instituto Socioambiental divulgados na semana passada durante o 2º Encontro de Nascentes do Xingu, em Canarana, quase um terço da bacia do rio Xingu foi desmatado até o ano passado. Cerca de seis milhões de hectares de cerrado e matas de transição. Somente nas margens dos rios desapareceram 305,3 mil hectares nas 22,5 mil nascentes da região. Para salvar os rios e matas do Xingu, onde está situado o Parque Indígena do Xingu, a maior área indígena do mundo, a campanha Y Ikatu Xingu formou uma rede de projetos para proteger as nascentes e matas ciliares. Boa parte deles contempla a restauração florestal e alternativas econômicas; gestão e cadastro socioambiental de propriedades rurais e assentamentos; formação de agentes ambientais; manejo controlado do fogo; produção de sementes das espécies do cerrado e planejamento e gestão territorial. “Esses encontros são uma oportunidade de todos se juntarem numa área distante, isolada e extensa em Mato Grosso e mostrar o que cada um está fazendo para reduzir os passivos ambientais. O grande desafio agora é dar um salto com técnicas de recuperação do cerrado e mais do que isso, mudar definitivamente a cabeça das pessoas quanto à proteção do meio ambiente”, disse o coordenador de Iniciativas Para Redução das Mudanças Climáticas do ISA, Márcio Santilli. Rio Xingu banha a maior reserva indígena do mundo Desafios para recuperar o Cerrado Até 1950, 22,2% do território brasileiro era de matas de cerrado, cerca de 2 milhões de quilômetros quadrados. No último levantamento feito pelo IBGE restaram apenas 34% das matas do cerrado; apenas 1,47% estão em áreas protegidas. Além disso, o que ainda resta são as áreas indígenas. A principal é o Parque Indígena do Xingu (três milhões de hectares), que possui manchas de cerrado e mata de transição. O problema que se enfrenta em tempos de regularização ambiental de propriedades rurais é que o cerrado é um bioma bastante frágil e muito mais difícil de se regenerar que as matas amazônicas. O Instituto Florestal de São Paulo vem pesquisando há 30 anos técnicas de recuperação de matas de cerrado e só agora conseguiu apresentar bons resultados. A técnica Giselda Durigan apresentou durante o 2º Encontro de Nascentes da Bacia do rio Xingu alguns dos resultados de pesquisas feitas pelo instituto na Floresta Estadual de Assis (SP) e alertou os produtores de que é mais econômico manter a reserva legal e matas ciliares do que depois tentar recuperá-las. “O cerrado é uma vegetação muito particular que consegue desenvolver estratégias de sobrevivência, mas não de se multiplicar”, disse. Regeneração natural - O uso do fogo é um empecilho para recuperação do cerrado, por eliminar sementes para regeneração. A braquiária é um inimigo silencioso e a agricultura o principal agente de destruição das estruturas subterrâneas do cerrado. Os principais obstáculos para a recuperação são: falta de produção de sementes, solo erodido e falta de polinizadores. Depois de observar seis experiências em solos, Giselda conta que a melhor maneira de recuperar reservas legais é facilitar a regeneração natural, fazendo o controle de plantas invasoras como as gramíneas que sombreiam as plantas, e o uso de herbicidas. “Além disso é preciso evitar revolvimento da terra para facilitar a rebrota de raízes. A escolha do que se vai plantar na recuperação é importante. Nunca se deve utilizar plantas da Amazônia em áreas de cerrado porque não dará certo. Deve-se abusar das gramíneas (capim do cerrado), trepadeiras e flores”, explicou. O bioma de cerrado tem uma importância fundamental na proteção das nascentes das principais bacias hidrográficas brasileiras: Amazônica e Paraguai- Paraná. O cerrado proporciona maior infiltração das águas de chuvas, mantendo as nascentes e evitando enchentes. “É o que mantém o equilíbrio hidrológico do país”, comenta Giselda. Índia Panará pinta o braço da jornalista Josana Sales /DIVULGAÇÃO - O que está dando certo CANARANA – Em 2004, Luís Carlos Castelo, proprietário da Fazenda Bang Bang, em São José do Xingu, 1.200 quilômetros a nordeste de Cuiabá, assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), para recuperação de mais de 300 mil hectares de reserva legal e áreas de preservação permanentes (APPs). Durante muito tempo ele buscou a regeneração das matas. “Sempre quebrando a cabeça, porque não haviam técnicas claras de como fazer isso. Conseguimos com muito custo terminar 200 hectares”, conta o proprietário. E valeu a pena. Criador de gado e parceiro da campanha YIkatu Xingu, Castelo conseguiu o selo de qualidade da Taeq, do Grupo Pão de Açúcar, e vende carne de boi mestiço da raça rubia gallega para a rede de supermercados. “A gente trabalha muito sozinho, não acha gente nem para fazer um bom projeto de recuperação e ainda falta financiamento para que possamos acabar com o passivo ambiental”, explicou. (J.S.) MT tem 140 mil propriedades rurais CANARANA – O desafio de regularizar as 140 mil propriedades rurais de Mato Grosso é muito grande e deve levar anos. Informações divulgadas pela Superintendência de Gestão Florestal da Sema , o Estado tem 92 milhões de hectares, dos quais, 62 milhões são passíveis de licenciamento. Até agora somente 20 milhões de hectares estão legalizados, o que representa 28% das propriedades existentes, cerca de sete mil propriedades. Para alcançar essa meta o Governo de Mato Grosso conta com a participação de ONGs de pesquisa tecnológica, entre as quais a Aliança da Terra, que criou um novo modelo, congregando proprietários conscientes e comprometidos com a produção responsável. Vários destes projetos localizam-se na Bacia do rio Xingu.

unicef rompa o silencio - colabore por uma causa justa

O UNICEF acaba de lançar uma ação de mobilização nacional para colher assinaturas de pessoas que desejam contribuir com os esforços de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. "Rompa o Silêncio!" tem como objetivo incentivar as pessoas a apoiar medidas de combate a essa prática e a denunciar casos de violação no país. Rompa o silêncio! Assine agora o abaixo-assinado acessando o site do UNICEF www.unicef.org.br ou diretamente o site da campanha www.euapoiounicef.com.br Divulgue esta ação! Seja um agente multiplicador e convide outras pessoas a participem desta iniciativa. O site da campanha permite que vc envie um e-mail para outras pessoas com informações sobre o abaixo-assinado. As assinaturas farão parte de um documento que será entregue às autoridades presentes no III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento será realizado entre os dias 25 e 28 de novembro no Rio de Janeiro. No congresso, espera-se a participação de três mil delegados, representando 150 países. Vamos, juntos, ajudar a eliminar essa prática cruel e criminosa. Participe agora! www.unicef.org.br ou www.euapoiounicef.com.br

20.10.08

LOS INDIGENAS Y EL IDIOMA GUARANY

PRENSA LATINA La Habana 18 de octubre de 2008 http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID=%7BFA836F15-095A-4126-96B3-B92BB3FE5735%7D) PARAGUAY: UNA DEUDA PRIMITIVA Carmen Moreno*, serviex@prensa-latina.cu Redacción Central (PL).- La voz de los pueblos indígenas paraguayos llegó finalmente al plenario de Naciones Unidas: el nuevo gobierno electo sirvió de puente para transmitir el pesar de cientos de comunidades relegadas y discriminadas. El actual presidente paraguayo considera que estas problemáticas deben ser tan atendidas como las causas estructurales e inmediatas de la pobreza, y así lo hizo saber ante la ONU. Distribuidas en unas 300 comunidades, en Paraguay conviven casi 100 mil indígenas con cinco familias lingüísticas: Tupí Guaraní, Maskoy, Mataguayo, Zamuco y Guaicurú. Estas poblaciones “no sólo son pobres y están excluidas, sino que no han alcanzado en muchas regiones del continente a tener una inclusión ciudadana que les permita liderar procesos”, resaltó Lugo. “Las naciones indígenas -insistió- no son la artesanía milenaria de nuestro continente, sino el potencial más vivo de protagonismo político que debemos respetar, debemos promover e incluir, porque si no lo hiciéramos sería un atentado intolerante contra nuestra propia civilización”. Los indígenas paraguayos viven en una situación triste, desoladora, infrahumana y criminal, resaltó recientemente una denuncia del Ateneo de Lengua y Cultura Guaraní, una entidad jurídica, autónoma, con carácter científico-cultural, dedicada a la formación de profesores de lengua guaraní. Sus reclamos tienen casi 500 años y nunca fueron atendidos por ningún gobierno, destacó el documento tras aclarar que existen comunidades en la "línea de la muerte", como los Ache-Guajaki, los cuales son cerca de mil; los Guana y los Manjui de apenas 500 personas, y los Chamakoko ya no alcanzan las 150 personas. El presidente Fernando Lugo colocó la inclusión urgente de nativos y discapacitados entre los temas de su primera intervención oficial ante la 63 Asamblea de la Organización de Naciones Unidas en Nueva York, este septiembre. A poco más de un mes de haber asumido la presidencia, Lugo pidió una atención especial sobre los pueblos originarios del mundo, y se refirió en particular a los que residen en los países americanos. “Son sí, el potencial más vivo del protagonismo político que debemos potenciar, promover e incluir. Si no, sería un atentado intolerante contra nuestra propia civilización”, subrayó al remarcar: “América debe despertar, debe contabilizar la vieja deuda que empezó a gestarse en el vientre inmundo de los barcos esclavistas”. Para Lugo, el nuevo gobierno paraguayo constituye una respuesta inequívoca a las muchas demandas acumuladas y oportunidades perdidas en las últimas décadas. Días antes de iniciar su administración de cinco años, realizó un recorrido a pie de unos 20 kilómetros para constatar la realidad de estos pueblos. Caminó por La Leona, Puente Kaigué, Paraíso, Urunde'y, Las Flores, 25 leguas y otras del Chaco paraguayo, y dialogó con sus habitantes en busca de experiencia. “Viendo a los indígenas no sé en qué siglo estamos”, dijo durante la gira y prometió asistencia inmediata, reforma agraria y comenzar el acueducto. Específicamente en esta nación suramericana, las problemáticas de los indígenas están centradas en la falta de tierra, la depredación de sus bosques, la imposibilidad de recuperar parte de sus territorios, la explotación laboral en las estancias y el azote de enfermedades como la tuberculosis. El reconocimiento de estas comunidades –dijo ahora el dignatario- sigue siendo una materia pendiente, una triste expresión de la intolerancia en algunas regiones. Este país clasifica entre los 10 que encabezaron las violaciones de derechos indígenas en 2007, según un informe de Survival, una organización no gubernamental de defensa de los pueblos originarios. Indonesia, Australia, Canadá, Estados Unidos, Nueva Zelanda, Botswana, Brasil, Perú y Malasia completan el grupo. El texto destaca que los ayoreo-totobiegosode, los últimos indígenas no contactados al sur de la cuenca del Amazonas, sufren como consecuencia de las empresas madereras que destrozan su bosque. La ONU debe constituirse en herramienta que produzca la poesía de eliminar el hambre, advirtió el mandatario en su discurso. El año pasado, tras dos décadas de negociaciones en esa instancia, fue aprobada la Declaración Universal sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas. Un total de 143 países apoyaron el documento que establece los estándares mínimos de respeto a la propiedad de la tierra, acceso a los recursos naturales, preservación de los conocimientos tradicionales y autodeterminación de los indígenas. Estados Unidos, Canadá, Australia y Nueva Zelanda se negaron a firmarlo. La declaración es una esperanza para las más de 370 millones de personas que integran esas comunidades vulnerables, víctimas del racismo, la marginación, la discriminación, la falta de reconocimiento, protección y garantías. “Tengo fe en que un día estas gigantescas estructuras que nacieron para evitar la guerra se orienten cada vez más a buscar el pan y erradicar el hambre, la desnutrición en el mundo y las muertes masivas por pestes o violencias de toda índole”, enfatizó Lugo. En otra parte del discurso ante el foro mundial, se refirió a la crisis alimentaria, las dificultades de los países sin litoral y la necesidad de desarrollar energías renovables. Por primera vez un jefe de Estado paraguayo llevó a esa instancia casos como los de las hidroeléctricas binacionales Itaipú y Yacyretâ, que el país comparte con Argentina y Brasil. “Nuestro gobierno está empeñado en priorizar y utilizar estos recursos renovables para el desarrollo económico y social del país. Mejores fuentes de trabajo, más producción y una reducción de la pobreza”, expresó. "Esta nueva administración representa el fin de la transición de la democracia de 19 años y ha llegado para iniciar la reforma del estado y de la economía e incentivar la participación de la ciudadanía en la toma de decisiones políticas", refirió Lugo. Al término de su discurso en la ONU, el ex obispo pidió universalizar el 30 de julio como Día de la Amistad, y habló del amor como “una palabra muy poco frecuente el discurso político”. “Ojalá pudiera germinar esta iniciativa al unísono en diversas regiones del mundo y que la amistad, con su contenido de valores, con sus principios, reemplace más temprano que tarde a la hostilidad tan presente en nuestros días...”, concluyó.

14.10.08

INDIGENAS FORMATURA

São Paulo gradua primeira turma só de professores índios da Agência Brasil Oitenta e um professores índios receberam nesta segunda-feira, em cerimônia realizada em São Paulo, o diploma de graduação em pedagogia. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, eles compõem a primeira turma só de indígenas já formada por uma escola de ensino superior do país. Divulgação Índia durante formatura; de acordo com a Secretaria da Educação, esta é a 1ª turma só de indígenas formada por uma escola superior Segundo a pasta, todos os formandos já trabalham em escolas instaladas em alguma das 30 tribos existentes no Estado, ministrando aulas para alunos até da 4ª série do ensino fundamental. Em uma iniciativa do governo paulista e da USP (Universidade de São Paulo), eles foram selecionados e graduados para que possam, agora, ministrar aulas para estudantes da 5ª à 8ª série e também do ensino médio. Exigências do MEC (Ministério da Educação) obrigam que professores de alunos além da 4ª série tenham a chamada licenciatura plena. Já uma lei vigente no Estado de São Paulo proíbe que professores não-índios dêem aulas em escolas de aldeias. Por isso, a necessidade de graduar os professores indígenas. Vivem no Estado cinco etnias indígenas: Guarani, Tupi-Guarani, Terena, Kaingan e Kerenak. Cerca de 1.500 índios estudam em escolas instaladas em tribos, segundo a secretaria. Endereço da página: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u455772.shtml

8.10.08

PERCEPÇÃO DE DEUS

As últimas tentativas de cientistas localizarem a região do cérebro ligada à percepção de Deus provocou uma série de reações das Igrejas Católica e Protestante na Alemanha e na Europa. Será que Deus não passa de uma elocubração do cérebro humano? Os resultados das últimas pesquisas neurológicas nos Estados Unidos deram atualidade à velha questão. Recorrendo à técnica de ressonância magnética funcional (fMRI), os pesquisadores mapearam o cérebro de pessoas submetidas ao teste, registrando e localizando onde se dava o conhecimento de Deus. Verificou-se que era possível provocar experiências místicas e religiosas na maioria das pessoas, estimulando- se certas partes do seu cérebro através de ondas eletromagnéticas. Confirmação ou não da existência divina O resultado dessas investigações admite mais de uma interpretação. Pode-se ver nele a confirmação da existência de Deus. Nesse sentido, a revista católica Kirche in, editada em Viena, cita o neurologista Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, com as seguintes palavras: "Deus mora em algum lugar entre os lóbulos frontais e temporais". As pessoas que pensam e crêem sempre tiveram certeza "de que a idéia de Deus não surgiu da serragem, assim como as pulgas não se originaram daí". O ser humano, segundo ele, "foi criado por Deus e para voltar-se a Deus." A capacidade de conceber Deus, mesmo que de forma muito limitada, está baseada na estrutura "tripla" com que o criador nos construiu: personalidade, alma e espírito. Para a revista austríaca, é um paradoxo que as neurociências forneçam cada vez mais indícios e provas da existência divina, justamente numa era de avanço da secularização. O neurologista indiano Vilayanur Ramachandran, da Universidade da Califórnia, também se destacou por suas pesquisas. Segundo ele, a existência de uma base neurológica para experiências religiosas no cérebro não prova que Deus é um produto da biologia do homem, inexistindo além dos meandros da massa cinzenta. Que as nossas percepções não servem para provar a existência do mundo real já descobriram pesquisas científicas anteriores, e no fundo, Platão e os filósofos gregos já sabiam disso. Neurologia não vai solucionar enigma Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Outros cientistas também afirmam que as experiências descritas no início deste artigo não servem para comprovar a existência de Deus. O radiologista Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvânia, citado numa das publicações, é bastante objetivo ao afirmar que a neurologia não poderá solucionar o enigma sobre se Deus nos criou ou nós inventamos Deus. Mas poderá esclarecer a natureza e o significado das experiências místicas. A revista católica Missio akutell, editada em Aachen, também comenta o intento de se "localizar a central de comando da crença na nossa massa cinzenta", observando que nem todos os que acreditam em Deus já tiveram algum tipo de percepção extra-sensorial. A publicação reconhece que as técnicas de mapeamento cerebral fornecem provas irrefutáveis "de que a percepção, o pensamento e os sentimentos estão basicamente ligados a certas atividades do cérebro". Mas refuta que tenha se tornado realmente possível perscrutar os mistérios divinos. Afinal, os experimentos apenas comprovam que certas regiões do cérebro entram em atividade durante uma sensação religiosa - nada mais que isso. Crença em Deus a serviço da evolução? Bem diferente é a abordagem da revista evangélica Zeitzeichen, de Berlim, que discute a tese de que a religião faz parte da estratégia de sobrevivência da espécie humana. Em outras palavras, que a religião e a crença em Deus tenham sido "programadas" no cérebro do ser humano no transcurso da evolução, para que ele se saia melhor na sua existência, ou consiga impingir uma certa ordem ao caos do mundo material que o rodeia. "A crença em Deus, dessa forma, não passaria de uma vantagem no processo de seleção natural", observa a Zeitzeichen. E que teólogo gostaria de ver a fé fortalecendo a explicação darwinista da evolução? Na verdade tais pesquisas de antropologia e biologia não dizem absolutamente nada sobre a questão de se é apropriado falar de Deus nesses contextos. Quem crê em um Deus onipotente questionaria a soberba de mortais pretenderem sondar os mistérios divinos. A revista cita o etnólogo Volker Sommer, de Londres, com a lapidar constatação de que "teólogos e cientistas não podem chegar à mesma conclusão na questão de Deus". Com o que, a questão volta ao ponto de partida. http://www.dw/ dw/article/ 0,2144,773909, 00.html MAURO MOSCATELLI 1111 MENTALISTASTEMPLARIOS@YAHOOGRUPOS..COM.BR

6.10.08

SAMSARA

Bem-Vindo ao site do programa Samsara. Aqui você vai encontrar informações sobre o programa, algumas fotos pessoais do apresentador e poderá assistir todos os programas que já foram ao ar.Se você perdeu algum programa, clique no botão Reprises no link acima e assista todos os programas. SAMSARA É UMA REVISTA UNIVERSALISTA QUE ABORDA ASSUNTOS QUE PERMEIAM: O MÍTICO, O MÍSTICO, O PSICOLÓGICO E O ESPIRITUAL, E ASSUNTOS DO IMAGINÁRIO SOCIAL, ASSIM COMO DE MEDICINA ALTERNATIVA E MEIO AMBIENTE Todos as sexta-feiras as 19hs www.justtv.com.brA webtv que mais cresce no Brasil. NA PROXIMA SEXTA DIA 10 DE OUTUBRO HAVERA UMA PALESTRA SOBRE A ORDEM TEMPLARIA NO BRASIL

2.10.08

ITAIPU - Su nascimiento y su história

Muy pronto, con la debida autorizacion del autor, DR. EFRAIN, será traducido el libro, em portugues, con la história de ITAIPU, desde su alvorecer Aguardemos

Estela Montenegro

A grande cantora de topdos os tempos, artista, pintora, deverá gravar um novo CD

aguardemos

27.9.08

Lugo y el presidente brasilero Luis Inacio Lula, en un saludo, antes de iniciar la reunión de UNASUR no Flickr – Compartilhamento de fotos!

Lugo y el presidente brasilero Luis Inacio Lula, en un saludo, antes de iniciar la reunión de UNASUR no Flickr – Compartilhamento de fotos!

Flickr: Galeria de Fernando Lugo APC

Flickr: Galeria de Fernando Lugo APC Dr. Artemio Bracho con el Presidente Lugo, para consolidar en la ONU el DIA DE LA AMISTAD

DAVID CAPARELLI - Mestre Escritor - Pesquisador - Agente literário: PRIORATO TEMPLÁRIO DO BRASIL

DAVID CAPARELLI - Mestre Escritor - Pesquisador - Agente literário: PRIORATO TEMPLÁRIO DO BRASIL A Cerimonia foi prorrogada para 23 de novembro em SB do Campo - SP

Blogger: Perfil do usuário: David Caparelli

Blogger: Perfil do usuário: David Caparelli

17.9.08

IANOMANIS -2

IANOMÂMI! QUEM? O autor é um Almirante Reformado Rio de Janeiro em 21 de abril de 2008 Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado 'IANOMÂMI', nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra 'ianomâmi' era um nome genérico aplicado ao 'ser humano' Recentemente, caiu-me nas mãos o livro 'A FARSA IANOMÂMI', escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto. Credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como Comandante da Fronteira de Roraima - 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como Secretário de Segurança do antigo Território Federal. Menna Barreto procurou provar que os 'ianomâmis' haviam sido criado por alienígenas, com o intuito claro de configurar a existência de uma 'nação' indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro 'Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913. Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas. Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos 'Gigantes da Nacionalidade', embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: Almirante Braz Dias de Aguiar, o 'Bandeirante das Fronteiras Remotas'. Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de 'Chefe da Comissão Demarcadora de Limites Primeira Divisão' prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro. Se, nos dias atuais, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaiam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória. Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada. Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia. Um desses trabalhos denominado 'O VALE DO RIO NEGRO, classificado pelo Chefe da 'Comissão Demarcadora de Limites Primeira Divisão' como um subsídio para 'a geografia física e humana da Amazônia', foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação IANOMÂMI! QUEM?. No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que são todas pertencentes às famílias ARUAQUE e CARIBE, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas'. Prossegue o autor: > 'Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos'. Também os índios 'TUCANOS' constituem uma família a parte, complementa o trabalho. Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo 'IANOMÂMI'. Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome 'IANOMÂMI'. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos 'IANOMÂMIS'. Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo 'TUCANO', pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios UAUPÉS e CURICURIARI; a ocidental, ocupando as bacias do NAPO, PUTUMAIO e alto CAQUETÁ,e o setentrional, localizado nas nascentes do rio MAMACAUA. Os 'IANOMÂMIS' também não apareceram entre os 'TUCANOS'. Para completar a listagem dos povos da bacia do RIO NEGRO, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas 'MISSÕES INDÍGENAS SALESIANAS DO AMAZONAS', que descreve todas as tribos da bacia do RIO NEGRO sem mencionar a existência dos 'IANOMÂMIS'. Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo 'não existiu e não existe' senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil. Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado 'IANOMÂMI', localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA. Interessante ressaltar que a jornalista que 'inventou' os 'IANOMÂMIS' não agiu por conta própria, mas inspirada pela organização denominada 'CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL' sediada na SUIÇA, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: 'Comitê International de la Defense de l'Amazon'; 'Inter-American Indian Institute';'The International Ethnical Survival'; 'The International Cultural Survival';'Workgroup for Indigenous Affairs' e 'The Berna-Geneve Ethnical Institute'. Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das 'Diretrizes' da organização referentes ao BRASIL: 'É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, > para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico'. Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do 'CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL', ao incentivarem a 'invenção' dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras. Trata-se de iniciativa de fé púnica, como soe ser a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de 'Reserva Ianomâmi' deve ser anulado e em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos 'aruaques' e 'caribes'. Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os 'zelosos' funcionários da FUNAI que se deixaram enganar e os 'competentes' servidores do Ministério da Justiça que induziram o Ministro da Pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente.Sobre estes últimos poderia ser aplicada a 'Lei de Segurança Nacional', artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para uma futura nova divisão do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro, ou outros Estados.>